
5 horas e 8 minutos. Madrugada. Para nós. Cedo demais. O teu corpo procura abrigo em posições fetais de dois. Os cheiros são agora um único odor sem nome que nos adormece quando temos necessidade de dormir e que nos desperta muito depois da hora que comanda o mundo. O teu corpo procura-me. E a minha mente. Cativa. De ti. Como sempre. Desde sempre. Tua. Agora somos dois. As buscas repartem-se. As angústias são partilhas. E até as costas voltadas são breves instantes de guerra. E paz. Como não amar-te? És muitas vezes. Indecifrável. Difícil. És sempre. Paixão última, Amor supremo. Paradigma de mim mesma. Paroxismo do amor. Novos mundos do meu mundo. E eu. Sempre tua.
0 comments:
Post a Comment